Mercado Livre apresenta balanço com receita líquida de US$ 652 milhões no primeiro trimestre de 2020 e impulsiona crescimento na B3

Consolidando o papel do e-commerce para continuidade dos negócios durante a quarentena, após o crescimento do maior portal de vendas online da América Latina, o Mercado Livre, na bolsa de Nova York, as varejistas com forte atuação no comércio eletrônico figuravam entre as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (6).

O Mercado Livre teve receita líquida de US$ 652 milhões no primeiro trimestre de 2020, apresentando um aumento ano a ano de 37,6% em dólares. O gross merchandise volume (GMV), que considera as vendas totais de seu marketplace, somaram US$ 3,4 bilhões, de US$ 3 bilhões um ano antes.

A companhia retraiu, sim, na segunda metade de março, quando as medidas de isolamento na América Latina começavam a tomar efeito, mas em abril o movimento já foi retomado com força.

Esse efeito do Mercado Livre em Nova York, onde as ações subiam 18%, sendo cotadas a US$ 735, às 11h10 (horário de Brasília), impulsionou gigantes listadas na bolsa brasileira. Enquanto o Ibovespa recuava 1,5% nesse mesmo horário, B2W, MAGAZINE LUIZA e VIA VAREJO representavam as poucas altas do dia, com 9,15%, 7,09% e 3,20%, respectivamente.

“Há sinais adicionais de que o Mercado Livre está emergindo como um canal de distribuição cada vez mais atrativo, à medida que continua a expandir sua rede de atendimento, o que, por sua vez, deve impulsionar uma melhor seleção (de produtos), maior proposta de valor ao consumidor e, finalmente, maior velocidade de transação”, destacaram analistas do Credit Suisse à agência Reuters.

A equipe do banco reiterou a recomendação “outperform” para as ações e elevou o preço-alvo para 770 dólares, de 720 dólares anteriormente.

fonte:
https://administradores.com.br/noticias/mercado-livre-dispara-em-ny-e-faz-varejistas-do-e-commerce-brasileiro-crescerem-na-bolsa